domingo, 14 de julho de 2019

Reflexão III - Escola Democrática


Na terceira postagem o assunto em questão foi sobre Escola Democrática. De acordo com Tosto (2011) “Uma escola democrática é uma escola que se baseia em princípios democráticos, em especial na democracia participativa, dando direitos de participação iguais para estudantes, professores e funcionários.” Desta forma as crianças são protagonistas do seu aprender e os professores são facilitadores nesta aprendizagem. Com isto os alunos aprendem a ter iniciativa e realizam as atividades com satisfação, pois fazem aquilo que possuem interesse.
Neste modelo de escola o professor deixa de ser autoridade e transmissor do conhecimento para ser o mediador e facilitador nas construções dos alunos. A relação entre professor e aluno funciona como uma parceria, pois ambos trabalham juntos para alcançar um mesmo objetivo.
A escola democrática tem como objetivo a autonomia, a diversificação da aprendizagem, a política de direitos humanos e a solidariedade.


Reflexão II - O papel do professor


A segunda postagem destacada trata sobre o papel do professor na educação. Estamos vivendo em uma sociedade em transformação, pois as tecnologias estão em constante evolução e a educação não está acompanhando esta evolução.  Para Morin (2017),
“A figura do professor é determinante para a consolidação de um modelo “ideal" de educação. Através da Internet, os alunos podem ter acesso a todo o tipo de conhecimento sem a presença de um professor.
Então eu pergunto, o que faz necessária a presença de um professor? Ele deve ser o regente da orquestra, observar o fluxo desses conhecimentos e elucidar as dúvidas dos alunos. Por exemplo, quando um professor passa uma lição a um aluno, que vai buscar uma resposta na Internet, ele deve posteriormente corrigir os erros cometidos, criticar o conteúdo pesquisado.
É preciso desenvolver o senso crítico dos alunos. O papel do professor precisa passar por uma transformação, já que a criança não aprende apenas com os amigos, a família, a escola. Outro ponto importante: é necessário criar meios de transmissão do conhecimento a serviço da curiosidade dos alunos. O modelo de educação, sobretudo, não pode ignorar a curiosidade das crianças.”

Uma classe onde o professor questiona os alunos para que descubram a melhor forma de agir e assim contribuir para a troca de ideias entre ambos, diminui o poder do professor e amplia o poder do grupo fazendo com que os educandos se tornem protagonistas não só de sua vida escolar, mas também no âmbito social e familiar.
Para o professor desenvolver o protagonismo em sua sala de aula é preciso primeiramente desconstruir a sua concepção de educação e ser protagonista em sua vida. Para que isso ocorra é primordial que se reflita sobre a sua prática.
É preciso saber ainda que não há um manual de “como dar aulas”, mas o caminho a seguir é o da reflexão. Refletir sobre como proporcionar uma educação de qualidade aos alunos se torna o papel do professor.

Disponível em: https://www.fronteiras.com/entrevistas/entrevista-edgar-morin-e-preciso-educar-os-educadores > acesso em 14/07/2019.

domingo, 7 de julho de 2019

Reflexão I - Inclusão sem laudo


A primeira postagem a destacar neste semestre é sobre a inclusão sem laudo. O assunto provoca discussão entre professores, pois alguns acreditam que somente com o laudo é possível realizar as adaptações curriculares, assim como as acomodações. porém não há a necessidade de laudo para que seja feita as alterações, necessita apenas o consenso entre escola e família.
Conforme a Nota Técnica Nº04 (BRASIL, 2014) “O importante é que o direito das pessoas com deficiência à educação não poderá ser cerceado pela exigência de laudo médico.” Desta forma vemos que não há uma obrigação do laudo para a adaptação curricular, assim como para informar os dados no Censo. Além disso, a Nota informa que a exigência de laudo configura como uma barreira para o acesso em escola e em discriminação.
Contudo escolas e professores continuam exigindo o laudo médico para que seja feito as mudanças no currículo. Vejo esta conduta de duas formas de um lado a escola se preocupa com a banalização do currículo adaptado e também com o fato de que os responsáveis fiquem acomodados e não busquem apoio médico para os alunos com necessidades educacionais especiais.
Nestas situações é importante focarmos no aluno, embora a família não busque por apoio médico a escola deve manter a preocupação no âmbito pedagógico. Família e escola devem trabalhar juntas, pois os objetivos são o mesmo: a educação e o bem-estar da criança.
Desta forma, refletindo sobre a minha prática, penso que o laudo se torna importante para conhecermos a condição do aluno, mas sem ele é possível fazer adaptações e acomodações visando a aprendizagem do aluno.


Fonte:

BRASIL, 2014
Disponível em http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=15898-nott04-secadi-dpee-23012014&category_slug=julho-2014-pdf&Itemid=30192  Acesso em 06/07/2019

sábado, 20 de abril de 2019

Imagens do estágio

Compartilho, para registro, as fotos que foram capturadas durante o estágio realizado no ano passado.


sábado, 6 de abril de 2019


A décima e última postagem escolhida trata-se de um relado de experiência executado durante o período de complementação de atividades do curso. A proposta inicial foi realizar uma experiência com os alunos e observar relatar o momento. Por ser em período de férias, realizei com minha sobrinha que gostou muito do momento.
Em outro momento, já em sala de aula em um novo ano letivo, as nuvens escuras e o forte calor chamou a atenção das crianças sobre como se formava a chuva.  Com a aula interrompida, expliquei o ciclo da água, mas percebi que sem recursos visuais ficou difícil de compreenderem o processo. Prometi à turma que iria pesquisar imagens sobre a formação da chuva.
Pesquisando encontrei uma experiência interessante. Com poucos recursos foi possível mostrar aos alunos o processo de formação das nuvens e assim compreenderam o ciclo da água.




Em resumo, através da visitação ao blog foi possível refletir sobre as ideias que tinha desde o início do curso até o momento. A tarefa foi satisfatória, pois pude observar que apesar de ainda ter dificuldade em expressar ideias através da escrita há um avanço notório no processo em busca do professor reflexivo.
Com está postagem encerro o eixo VIII, um eixo com muitos desafios e aprendizados.



Projeto de Aprendizagem


             A nona postagem selecionada traz uma reflexão sobre os projetos. Naquele ano havia percebido que os projetos executados na escola onde trabalham visavam apenas os desejos das professoras em desenvolver determinado conteúdo, não respeitando o desejo e as necessidades dos alunos.
                A partir da proposta de trabalhar com o projeto de aprendizagem, percebi que os alunos possuem interesses curiosos e que quando se sentem fazer parte do projeto mostram um real interesse sobre o assunto trazendo informações e curiosidades sobre o assunto.
                Em 2018 realizamos um projeto de aprendizagem, expliquei para a turma que o projeto seria desenvolvido por eles, senda assim deveriam pesquisar em casa com a ajuda de seus familiares. Para encontrar o assunto de interesse da turma, fizemos uma roda de conversa e cada um expôs os assuntos que gostariam de pesquisar. Através de uma votação o assunto escolhido foi o sistema solar.
Percebi que a turma estava empenhada, pois falavam sobre o assunto durante a aula, compartilhavam as suas descobertas e com isso novas dúvidas iam surgindo. Durante a pesquisa utilizamos livros, filmes e vídeos sobre o assunto. Apresentei aos alunos, como forma de organização das aprendizagens, o mapa mental. Desta forma conseguimos visualizar todo o caminho percorrido durante o P.A.. Além disso, os alunos confeccionaram maquetes para apresentar na Feira de Ciências da escola. Apresentaram as suas descobertas com muito orgulho, principalmente por terem realizado tudo somente com a ajuda da profe.





quarta-feira, 3 de abril de 2019

Alfabetização e letramento


A oitava postagem apresentou o início de um projeto executado na turma de segundo ano. A proposta do projeto era levar aos alunos e seus familiares textos poéticos e que juntos escrevessem seus próprios poemas. Foi utilizado uma maleta com caderno para registro, textos para leitura e material para criar seus poemas e ilustrá-los.
O projeto obteve uma ótima repercussão no município por incentivar a leitura de uma forma criativa e prazerosa para os pequenos, além de estimular a participação da família na vida escolar das crianças.
O processo de alfabetização segundo Magda Soares trata-se do conhecimento do códigos e o letramento é a utilização de conhecimento como mostra o vídeo abaixo:



Desta forma, a maleta poética contribui para um processo de alfabetização e letramento com apoio escolar e familiar, oferecendo ao aluno mais segurança e estrutura durante todo o processo.
Esta postagem além de uma reflexão maior sobre o processo de alfabetização me proporcionou ideias para desenvolver algo similar este ano, pois depois desta maleta o projeto não retornou. Refletindo e ao pesquisar mais sobre o assunto percebo o quanto é importante o professor buscar apoio nas famílias para que as crianças sintam-se mais seguras durante o processo de alfabetização, pois é uma aprendizagem que contribui para toda a nossa vida.